Tanta gente a pedir que o Alberto João cale-se. A verdade é dura de ouvir. Infelizmente no rectângulo, a mediocridade e desinformação são motivos de alegria entre os atrados mentais que por cá polulam.
Repetem tudo o que lhes dizem tipo "andam a roubar-nos o nosso dinheiro" , "a Madeira vive à custa do continente", e mais anormalidades deste género. Enquanto isso, os outros andam a roubar a todos, tudo para Lisboa, e os anormais continuam a apontar o dedo para o meio do atlântico, pq é assim que se portam os animais com o sindroma de Pavlov. Basta falar da Madeira ou Alberto João Jardim e lá estão eles todos a salivar e a apontar o dedo para os supostos causadores de todos os problemas do país.
Infelizmente, ao que parece, os madeirenses não têm direito a receber dinheiro do governo central como o Porto, Faro, Leirias, etc. recebem. E porquê? Porque na maioria dos "cubanos" a Madeira continua a ser uma colónia que tem de aceitar toda a merda que vem dos seus senhores continentais, dando castigos aos maus comportados (Madeira) e dando regalias aos bens comportados (Açores). A verdade é que os Açores sempre receberam mais que a Madeira e evoluiram muito menos, mas ter governo PS parece que beneficia.
Com as continuas tiradas de insultos aos madeirenses como as alusões a que pela Madeira não se faz nenhum e vive-se à custa dos muito esforçados continentais (que têm uma produtivivdade menor que de qualquer madeirense), continuam a dar o poder ao Alberto João. Porque com os continuos ataques aos madeirenses e à Madeira, qualquer madeirense sabe em quem deve votar, e quem sabe os proteger desses mesmos ataques. E essa pessoa é o Alberto João Jardim.
Será o melhor governante, democrata, e menos corrupto? Seria louco se dissesse que sim.
Mas será o melhor governante para defender a Madeira dos interesses colonialistas do continente? Não duvidem.
segunda-feira, janeiro 19, 2009
quarta-feira, dezembro 17, 2008
Grandes títulos de notícias (2)
Crise: Nissan anuncia 500 novas supressões de empregos, Honda revê em baixa previsões de resultados
Toc toc toc
-Bom dia sr.Castro?
-Oh, Marques, entre lá e sente-se se faz favor.
-Queria falar comigo sr.Castro?
-Pois é Marques, lamento informar-lhe, mas o sr. foi suprimido
FATALITY!!!
Toc toc toc
-Bom dia sr.Castro?
-Oh, Marques, entre lá e sente-se se faz favor.
-Queria falar comigo sr.Castro?
-Pois é Marques, lamento informar-lhe, mas o sr. foi suprimido
FATALITY!!!
Grandes títulos de notícias (1)
Moçambique: 450 mil pessoas enfrentam "insegurança alimentar aguda"
-ah...ah....
-que se passa?
-doi-me a barriga, já não como à 2 dias
-Insegurança alimentar aguda é fodida, toma lá um renie...
-ah...ah....
-que se passa?
-doi-me a barriga, já não como à 2 dias
-Insegurança alimentar aguda é fodida, toma lá um renie...
sexta-feira, outubro 17, 2008
Portugal x Albânia
Acho uma extrema piada a isto tudo. No último jogo de Portugal, onde empatou em casa com a Albânia, o sr. jornalista na zona de entrevistas perguntou ao Nuno Gomes se eles deviam de pedir desculpa aos portugueses por causa do empata.
PEDIR DESCULPA AOS PORTUGUESES???
Mas o empate deles subiu impostos?
Criou desemprego?
Diminuiu o poder de compra?
Mas que palhaçada é esta? Pedir desculpas? Porquê?
Até parece que estavam a jogar contra mecos, parece que os jogadores da Albânia nem jogaram. Mas nem é isso que mais me preocupa, o que me preocupa mesmo é ver um país a confiar na treta dum desporto para se sentir orgulhoso de si mesmo. É ver um palerma qualquer a perguntar a um jogador se ele devia pedir desculpa aos portugueses, como se ele tivesse feito alguma coisa que se tivesse deitado a honra da nação na lama. Porquê é que esse palerma não vai fazer a mesma pergunta ao Sócrates depois de ter saido hoje um relatório a dizer que existem 2 milhões de portugueses no limiar da pobreza? Fodasse, isso é que me deixa envergonhado e ofendido. Isso é que deixa Portugal mal visto, não é a merda de um jogo de futebol.
PEDIR DESCULPA AOS PORTUGUESES???
Mas o empate deles subiu impostos?
Criou desemprego?
Diminuiu o poder de compra?
Mas que palhaçada é esta? Pedir desculpas? Porquê?
Até parece que estavam a jogar contra mecos, parece que os jogadores da Albânia nem jogaram. Mas nem é isso que mais me preocupa, o que me preocupa mesmo é ver um país a confiar na treta dum desporto para se sentir orgulhoso de si mesmo. É ver um palerma qualquer a perguntar a um jogador se ele devia pedir desculpa aos portugueses, como se ele tivesse feito alguma coisa que se tivesse deitado a honra da nação na lama. Porquê é que esse palerma não vai fazer a mesma pergunta ao Sócrates depois de ter saido hoje um relatório a dizer que existem 2 milhões de portugueses no limiar da pobreza? Fodasse, isso é que me deixa envergonhado e ofendido. Isso é que deixa Portugal mal visto, não é a merda de um jogo de futebol.
terça-feira, outubro 07, 2008
Obrigações do cidadão
Há muita coisa de mau no Brasil, mas uma das coisas que gosto no Brasil é ser obrigatório votar.
Para quando inserirem uma lei parecida em Portugal? Acho que devia de ser obrigatório votar, e quem não votasse tinha algum tipo de sanção. Não estou a falar de prisão ou algo parecido, mas tou a falar de um agravamento no IRS.
Óbviamente que primeiro teriamos de criar um sistema de voto electrónico em Portugal que permitiria que alguém votasse em qualquer ponto do país sem ter que se deslocar à sua área de residência, aí já não havia a desculpa que não me encontrava na minha assembleia de voto para votar.
Claro que haveram aqueles que acham que não se pode forçar o processo democrático nas pessoas. Pois eu acho que não. Se estão a viver numa democracia e estão a tirar proveitos dessa mesma democracia onde vivem, então que comecem a ter obrigações para com a mesma.
Durante mais de 30 anos deu-se a oportunidade às pessoas para se inserirem no processo democrático e tornarem este país melhor. Não quiseram. Então agora é obriga-los.
Para quando inserirem uma lei parecida em Portugal? Acho que devia de ser obrigatório votar, e quem não votasse tinha algum tipo de sanção. Não estou a falar de prisão ou algo parecido, mas tou a falar de um agravamento no IRS.
Óbviamente que primeiro teriamos de criar um sistema de voto electrónico em Portugal que permitiria que alguém votasse em qualquer ponto do país sem ter que se deslocar à sua área de residência, aí já não havia a desculpa que não me encontrava na minha assembleia de voto para votar.
Claro que haveram aqueles que acham que não se pode forçar o processo democrático nas pessoas. Pois eu acho que não. Se estão a viver numa democracia e estão a tirar proveitos dessa mesma democracia onde vivem, então que comecem a ter obrigações para com a mesma.
Durante mais de 30 anos deu-se a oportunidade às pessoas para se inserirem no processo democrático e tornarem este país melhor. Não quiseram. Então agora é obriga-los.
segunda-feira, outubro 06, 2008
Bata branca atrasa
Acho que devia de haver uma consertação social em Portugal entre todos as pessoas trabalhadoras. Não para baixar o preço dos combustíveis ou impostos, mas, para começar a atrasar-se sempre que fossem atender ou ir ter com um médico. Acho impressionante que continuem a chegar atrasados e a má horas e mesmo assim ninguém reclama!!! Acho que os deviamos de retribuir com a mesma moeda. Sempre que se aperceberem que estão a atender um médico, façam o favor de se atrasarem no seu atendimento. Acho que seria um bom protesto, é que além de chegarem constantemente atrasados, ainda têm a lata de reclamar por teres chegado tarde a uma consulta...
Porcos de merda!!!
Não consigo compreender a mentalidade das pessoas que decidem que é certo deitar o lixo pela janela. Será tão fodido deixar o lixo dentro do carro e quando pararem deitarem o lixo num caixote? É que por incrível que pareça ainda existem pessoas que vão no carro e decidem fazer da janela o seu caixote de lixo pessoal.
segunda-feira, setembro 01, 2008
Bebe que dá forças
Qual é a lógica de obrigar as pessoas a beber o líquido que levam nas bolsas quando passam no controle de segurança do aeroporto? Acham que um terrorista suicida não vai beber dois golos de nitroglicerina? Ou acham que ele fica com medo de ficar com doi-doi na barriga? Ele está prestes a se suicidar matando mais umas centenas pelo caminho, acho que ele aguenta bem a ingestão de qualquer explosivo líquido...
terça-feira, agosto 05, 2008
Plano???
Que plano de desenvolvimento é que temos para Portugal? Alguém me pode dizer? É que realmente ainda não compreendi. Não vejo nenhum tipo de plano real e directrizes a comprir, caminhos a tomar. Continuamos como se fosse-mos um barco à deriva e à mercê de um novo governo. De 4 em 4 anos muda-se a educação, finanças, justiça, e qualquer coisa que se possa mudar do governo anterior. É uma bandalheira do caraças e nunca ninguém sabe a quantas é que anda e o que conta e o que não conta. São reformas atrás de reformas que têm de resultar passado 6 meses. Nunca se dá tempo a nada e o único plano de desenvolvimento do país que tenho visto até agora é "apertar o cinto". O plano que temos em Portugal não é de desenvolvimento, é de sobrevivência. Nunca se faz nada para melhorar, faz-se para não nos lixarmos ainda mais, e mesmo assim a cada ano que passa, o poder de compra baixa, a corrupção das grandes empresas aumenta, os impostos aumentam, a inflação sobe, o desemprego sobe, e depois dizem que o défice está controla. Os gloriosos 3 porcento ou lá o que é. Mas ninguém me explica ou dá importância que a divida externa nacional tenha aumentado neste ano mais que em qualquer outro ano!!! Como é possivel o défice baixar e a divida externa aumentar???
Já cheguei a um extremo, e por incrivel que pareça, já estou num ponto onde até gostava de ver um dos extremos na politica, Direita ou Esquerda. Não me interessa, tou-me a cagar. Seja quem for, menos estes centristas que nada fizeram de bom para Portugal e que só muda as moscas, mas a merda é a mesma.
Já cheguei a um extremo, e por incrivel que pareça, já estou num ponto onde até gostava de ver um dos extremos na politica, Direita ou Esquerda. Não me interessa, tou-me a cagar. Seja quem for, menos estes centristas que nada fizeram de bom para Portugal e que só muda as moscas, mas a merda é a mesma.
sexta-feira, junho 20, 2008
terça-feira, junho 17, 2008
Um belo objectivo na vida
Digo-vos o que é um bom objectivo na vida.
É estar a trabalhar no escritório e entra a PJ a perguntar por mim.
Depois chegarem ao meu pé e dizerem a alto e bom som que estou preso por lenocínio, e eu, com muita calma pegar no meu chapéu de veludo roxo com uma pena verde, sacar da minha bengala com diamantes e seguir os inspectores com um andar característico de chulo...e só aí, é que toda a gente apercebia-se o porquê de eu me vestir assim.
É estar a trabalhar no escritório e entra a PJ a perguntar por mim.
Depois chegarem ao meu pé e dizerem a alto e bom som que estou preso por lenocínio, e eu, com muita calma pegar no meu chapéu de veludo roxo com uma pena verde, sacar da minha bengala com diamantes e seguir os inspectores com um andar característico de chulo...e só aí, é que toda a gente apercebia-se o porquê de eu me vestir assim.
Porto na Liga dos Campeões! Porquê?
Para os benfiquistas que andam com dificuldades em compreender o porquê da UEFA permitir a entrada do Porto na Liga dos Campeões, eu faço-vos um desenho.
O Porto supostamente tentou comprar árbitros em 2003, a Lei da UEFA de impedir a participação de clubes condenados em casos de corrupção em provas da UEFA é de 2007.
A lógica de condenar o Porto com uma lei de 2007, por um crime de 2003, tem a mesma lógica que receberem hoje em casa uma multa por fumar num bar em 1990.
Acho que não consigo explicar melhor...
O Porto supostamente tentou comprar árbitros em 2003, a Lei da UEFA de impedir a participação de clubes condenados em casos de corrupção em provas da UEFA é de 2007.
A lógica de condenar o Porto com uma lei de 2007, por um crime de 2003, tem a mesma lógica que receberem hoje em casa uma multa por fumar num bar em 1990.
Acho que não consigo explicar melhor...
quarta-feira, junho 04, 2008
Vantagens do acordo....
Isto é para quem tem mais de 24 anos:
Falam mal do acordo ortográfico?
Acham-no ridículo?
Aposto que se tivessem 7 anos e estivessem na 3ªclasse no princípio dos anos oitenta, estariam muito agradecidos por este acordo. Era da maneira que não apanhavam tantas réguadas devido aos erros nos ditados.
Falam mal do acordo ortográfico?
Acham-no ridículo?
Aposto que se tivessem 7 anos e estivessem na 3ªclasse no princípio dos anos oitenta, estariam muito agradecidos por este acordo. Era da maneira que não apanhavam tantas réguadas devido aos erros nos ditados.
quarta-feira, maio 28, 2008
Ainda sobre esses "jornalistas"
Ainda sobre esses "jornalistas" da merda que existe neste país.
Encontrei à uns tempos um documentário interessante no youtube, sobre aquele famoso "arrastão" da praia de carcavelos. É interessante (para aqueles que já não se tinham apercebido) ver a maneira como se faz "jornalismo" em Portugal:
1ª Parte
2ª Parte
3ª Parte
4ª Parte
Encontrei à uns tempos um documentário interessante no youtube, sobre aquele famoso "arrastão" da praia de carcavelos. É interessante (para aqueles que já não se tinham apercebido) ver a maneira como se faz "jornalismo" em Portugal:
1ª Parte
2ª Parte
3ª Parte
4ª Parte
Preço dos combustiveis 2
Ainda sobre o preço dos combustíveis...tenho um amigo que foi ainda esta semana à Alemanha e reparou que os preços dos combustíveis estavam ao mesmo nível que aqui em Portugal. E até se pode dizer, "ah e tal, também têm os preços altos", e eu digo "ah e tal, recebem 3 vezes o que recebemos". Não, não tou a ser contraditório em relação ao post anterior. O problema de pagarmos o combustível ao mesmo preço que os alemães pagam já vem detrás, não é de agora, e os aumentos foram iguais para todos, mas lá que me faz pensar faz.
Os preços em Portugal por alguma razão são sempre inflaccionados, seja de combustível seja de outra coisa qualquer. Então, sendo nós pobrezinhos, não deveríamos ter os preços mais baratos? Ainda este fim-de-semana estava numa loja e estavam uns espanhóis por lá e passou uma a dizer que era tudo muito caro, e por uma vez, tenho de concordar com um espanhol. Esta é daquelas vezes que devíamos olhar para o nosso vizinho. Porque caralho é que o preço das coisas é sempre mais barato lá? O IVA? Não me venham com merdas que já antigamente era mais barato. Temos preços astronómicos dos bens essenciais, com os ordenados de merda que temos. É suposto termos uma boa economia assim? Os preços são altos, os lucros das empresas são altos, e a classe média começa a desaparecer...que bonito. Um fosso enorme entre os ricos que são cada vez mais ricos, e os pobres que cada vez são mais pobres. Receita perfeita para o 3º mundismo...
Os preços em Portugal por alguma razão são sempre inflaccionados, seja de combustível seja de outra coisa qualquer. Então, sendo nós pobrezinhos, não deveríamos ter os preços mais baratos? Ainda este fim-de-semana estava numa loja e estavam uns espanhóis por lá e passou uma a dizer que era tudo muito caro, e por uma vez, tenho de concordar com um espanhol. Esta é daquelas vezes que devíamos olhar para o nosso vizinho. Porque caralho é que o preço das coisas é sempre mais barato lá? O IVA? Não me venham com merdas que já antigamente era mais barato. Temos preços astronómicos dos bens essenciais, com os ordenados de merda que temos. É suposto termos uma boa economia assim? Os preços são altos, os lucros das empresas são altos, e a classe média começa a desaparecer...que bonito. Um fosso enorme entre os ricos que são cada vez mais ricos, e os pobres que cada vez são mais pobres. Receita perfeita para o 3º mundismo...
Preço dos combustiveis
Se existe uma coisa que gosto de fazer, é ver as notícias nos canais de outros países. E opções não nos falta hoje em dia em cada tv por cabo. Temos a Sky news, CNN, TVE...umas poucas.
Ultimamente fala-se no aumento dos combustíveis,e acho engraçado, que não dêem nas nossas notícias que estão a haver manifestações em todos os países contra o aumento dos combustíveis. Espanta-me ainda mais, o porquê de quererem fazer parecer que só em Portugal é que aumenta, e que nos outros países isso não está a acontecer. Estão a haver grandes manifestações de camionistas no Reino Unido por causa do preço excessivo dos combustíveis mas isso já não interessa passar no telejornal. Porquê? Porque isso só faria as pessoas verem que não somos sempre os coitadinhos e explorados, e notícias que trazem serenidade e compreensão, são notícias que não trazem audiências.
Também houve outra notícia muito publicitada nos telejornais sobre a greve dos pescadores, devido ao preço dos combustíveis. O que "falhou" aos jornalistas da treta foi dizer que isto foi um protesto concertado com vários países como a França e Espanha. Óbvio que isso não interessa...só aqui é que os preços estão tão mal...nós é que somos os coitadinhos...nós é que isto, nós é que aquilo.
DEIXEM DE NÓS RETRATAR COMO COITADINHOS E EXPLORADOS!!!
Já o somos por natureza, não é preciso extrapolar.
Ultimamente fala-se no aumento dos combustíveis,e acho engraçado, que não dêem nas nossas notícias que estão a haver manifestações em todos os países contra o aumento dos combustíveis. Espanta-me ainda mais, o porquê de quererem fazer parecer que só em Portugal é que aumenta, e que nos outros países isso não está a acontecer. Estão a haver grandes manifestações de camionistas no Reino Unido por causa do preço excessivo dos combustíveis mas isso já não interessa passar no telejornal. Porquê? Porque isso só faria as pessoas verem que não somos sempre os coitadinhos e explorados, e notícias que trazem serenidade e compreensão, são notícias que não trazem audiências.
Também houve outra notícia muito publicitada nos telejornais sobre a greve dos pescadores, devido ao preço dos combustíveis. O que "falhou" aos jornalistas da treta foi dizer que isto foi um protesto concertado com vários países como a França e Espanha. Óbvio que isso não interessa...só aqui é que os preços estão tão mal...nós é que somos os coitadinhos...nós é que isto, nós é que aquilo.
DEIXEM DE NÓS RETRATAR COMO COITADINHOS E EXPLORADOS!!!
Já o somos por natureza, não é preciso extrapolar.
sexta-feira, maio 16, 2008
Acordo ortográfico
Encontrei este texto numa das petições on-line que por aí andam para impedir a adopção do acordo ortográfico por parte de Portugal, achei interessante partilhar:
"To: Ex.mos Senhores Primeiro-Ministro de Portugal, Ministra da Cultura, Ministro dos Negócios Estrangeiros e Ministra da Educação
Tomámos conhecimento da vontade do governo português de tomar uma decisão acerca do acordo ortográfico da língua portuguesa, assinado em 1990 pelos países de língua oficial portuguesa. Tendo consultado o texto do documento (http://www.necco.ca/faq_acordo_ortografico.htm), não podemos deixar de manifestar o nosso desacordo e a nossa mais profunda indignação acerca das modificações previstas para a ortografia portuguesa que, além de contraditórias, só irão causar mais confusão para quem aprende e, mais importante, fala o português.
O próprio acordo entra em contradição variadas vezes. Está previsto que se retirem os “c’s” e os “p’s” mudos, desprezando a etimologia das palavras, mas também está previsto que se mantenham os “h’s” mudos (“homem”, “harmonia”), devido à etimologia das palavras. Onde está a coerência nisto?
Para além deste facto, a eliminação dos “c’s” e dos “p’s” mudos irá causar imensa confusão para quem aprende e fala a língua portuguesa em Portugal, visto que vai contra as regras da pronúncia do português nesse país. Isto porque, apesar de não se lerem explicitamente, os “c’s” e os “p’s” são essenciais para indicar a abertura da vogal que lhes precede. Eis alguns exemplos práticos que o demonstram claramente:
• Na palavra “cação”, o primeiro “a” é fechado; lê-se, portanto, “câ-ção”. Na palavra “facção”, o primeiro “a” é aberto pela letra “c” que lhe sucede; lê-se, portanto, “fá-ção”.
Ora, o acordo estabelece que se escreva “facção” como se escreve “cação”: “fação”. Mas nesse caso, qual a pronúncia correcta desta palavra? Segundo as regras da pronúncia do português de Portugal, deveria ler-se “fâ-ção”, visto que não há nenhum “c” que abra a vogal “a”!
• Na palavra “adoçar”, a letra “o” tem o valor de “u”; lê-se, portanto, “a-du-çar”. Na palavra “adopção”, a letra “o” é aberta pela letra “p” que lhe sucede; lê-se, portanto, “a-dó-ção”.
Ora, o acordo estabelece que se escreva “adopção” como se escreve “adoçar”: “adoção”. Mas nesse caso, qual a pronúncia correcta desta palavra? Segundo as regras da pronúncia do português de Portugal, deveria ler-se “a-du-ção”, visto que não há nenhum “p” que abra a vogal “o”!
• Na palavra “tropeção”, a letra “e” é muda; lê-se, portanto, “tru-p’-ção”. Na palavra “inspecção”, a letra “e” é aberta pela letra “c” que lhe sucede; lê-se portanto, “ins-pé-ção”.
Ora, o acordo estabelece que se escreva “inspecção” como se escreve “tropeção”: “inspeção”. Mas nesse caso, qual a pronúncia correcta desta palavra? Segundo as regras da pronúncia do português de Portugal, deveria ler-se “ins-p’-ção”, visto que não há nenhum “c” que abra a vogal “e”!
Evidentemente que poderíamos continuar com um vasto rol de exemplos, mas estes parecem-nos bastante elucidativos das graves consequências que estas modificações irão trazer. É claro que, no Brasil, a eliminação dos “c’s” e dos “p’s” não trouxe nenhuma consequência, porque os brasileiros abrem naturalmente todas as vogais! Os brasileiros lêem, naturalmente, “cação” como “cá-ção” e “adoçar” como “á-dó-çar”. Mas para os portugueses e também para os africanos dos PALOP e timorenses, que temos tendência para fechar as vogais, necessitamos da presença dos “c’s” e dos “p’s” para que possamos saber como se devem pronunciar essas palavras. (Evidentemente que a eliminação dos “c’s” e dos “p’s” em palavras em que eles não exercem a sua função não causará problemas nestes países – são exemplos as palavras “árctico”, “didáctico” e “óptimo”, em que o uso de acento agudo inutiliza o “c” e o “p”.)
Estranha e injustamente, o acordo só prevê que este sacrifício da pronúncia em primazia da ortografia se dê em Portugal, Timor e nos PALOP. Porque é que não está previsto no acordo que os brasileiros substituam o acento circunflexo das palavras “antônimo”, “tênis”, por acento agudo (“antónimo”, “ténis”)? Porque não é assim que os brasileiros pronunciam. E assim continuamos com duas ortografias diferentes no que concerne a estas palavras. Mas não era precisamente com a dupla ortografia que o acordo vinha acabar? Então e porque é que o acordo cede quando está em jogo a pronúncia brasileira e não cede quando está em jogo a pronúncia portuguesa, africana e timorense? Mais uma vez, onde está a coerência nisto?
A implementação do acordo irá causar ainda outros estranhos fenómenos, tais como a eliminação de certos “c’s” e “p’s” em Portugal, mas que se manterão no Brasil, por serem lá pronunciados. Isto acontece em palavras como “recepção” e “infecção”: escrevem-se assim no Brasil, pois os brasileiros lêem o “p” e o “c”, mas em Portugal passariam a ser escritas “receção” e “infeção” (mais uma vez, contradizendo as regras da pronúncia).
Através dos vários exemplos apresentados, parece-nos ser bem notório e visível que, ao contrário de facilitar, o acordo só vem dificultar ainda mais o ensino, a divulgação e a própria comunicação em português, além de apresentar absurdas incoerências. Uma língua não se reduz apenas à sua ortografia: há uma série de implicações directa e indirectamente inerentes a esta e que têm uma importância basilar. Se realmente se pretende alterar a ortografia, tem necessariamente de se alterar toda uma série de fundações da língua, isto para não falar na tradição etimológica e nas características próprias e intrínsecas de cada dialecto. A pronúncia é uma das, senão a base mais forte e fundamental de um idioma, e este acordo despreza-a e relega-a para um plano de fundo, pondo em causa toda a estrutura da língua e aumentando o risco do seu desmoronamento.
Pelo exposto, pode concluir-se que, não sendo por razões intrínsecas à própria língua que se promove este acordo, ele parece ter um objectivo simplesmente comercial e diplomático. Será razoável reduzir a língua portuguesa, com a sua riqueza e diversidade próprias, a uma mera moeda de troca?"
Para quem lhe interessa estas questões e quer participar em vez de resmungar sem fazer nenhum, que assine esta petição
"To: Ex.mos Senhores Primeiro-Ministro de Portugal, Ministra da Cultura, Ministro dos Negócios Estrangeiros e Ministra da Educação
Tomámos conhecimento da vontade do governo português de tomar uma decisão acerca do acordo ortográfico da língua portuguesa, assinado em 1990 pelos países de língua oficial portuguesa. Tendo consultado o texto do documento (http://www.necco.ca/faq_acordo_ortogra
O próprio acordo entra em contradição variadas vezes. Está previsto que se retirem os “c’s” e os “p’s” mudos, desprezando a etimologia das palavras, mas também está previsto que se mantenham os “h’s” mudos (“homem”, “harmonia”), devido à etimologia das palavras. Onde está a coerência nisto?
Para além deste facto, a eliminação dos “c’s” e dos “p’s” mudos irá causar imensa confusão para quem aprende e fala a língua portuguesa em Portugal, visto que vai contra as regras da pronúncia do português nesse país. Isto porque, apesar de não se lerem explicitamente, os “c’s” e os “p’s” são essenciais para indicar a abertura da vogal que lhes precede. Eis alguns exemplos práticos que o demonstram claramente:
• Na palavra “cação”, o primeiro “a” é fechado; lê-se, portanto, “câ-ção”. Na palavra “facção”, o primeiro “a” é aberto pela letra “c” que lhe sucede; lê-se, portanto, “fá-ção”.
Ora, o acordo estabelece que se escreva “facção” como se escreve “cação”: “fação”. Mas nesse caso, qual a pronúncia correcta desta palavra? Segundo as regras da pronúncia do português de Portugal, deveria ler-se “fâ-ção”, visto que não há nenhum “c” que abra a vogal “a”!
• Na palavra “adoçar”, a letra “o” tem o valor de “u”; lê-se, portanto, “a-du-çar”. Na palavra “adopção”, a letra “o” é aberta pela letra “p” que lhe sucede; lê-se, portanto, “a-dó-ção”.
Ora, o acordo estabelece que se escreva “adopção” como se escreve “adoçar”: “adoção”. Mas nesse caso, qual a pronúncia correcta desta palavra? Segundo as regras da pronúncia do português de Portugal, deveria ler-se “a-du-ção”, visto que não há nenhum “p” que abra a vogal “o”!
• Na palavra “tropeção”, a letra “e” é muda; lê-se, portanto, “tru-p’-ção”. Na palavra “inspecção”, a letra “e” é aberta pela letra “c” que lhe sucede; lê-se portanto, “ins-pé-ção”.
Ora, o acordo estabelece que se escreva “inspecção” como se escreve “tropeção”: “inspeção”. Mas nesse caso, qual a pronúncia correcta desta palavra? Segundo as regras da pronúncia do português de Portugal, deveria ler-se “ins-p’-ção”, visto que não há nenhum “c” que abra a vogal “e”!
Evidentemente que poderíamos continuar com um vasto rol de exemplos, mas estes parecem-nos bastante elucidativos das graves consequências que estas modificações irão trazer. É claro que, no Brasil, a eliminação dos “c’s” e dos “p’s” não trouxe nenhuma consequência, porque os brasileiros abrem naturalmente todas as vogais! Os brasileiros lêem, naturalmente, “cação” como “cá-ção” e “adoçar” como “á-dó-çar”. Mas para os portugueses e também para os africanos dos PALOP e timorenses, que temos tendência para fechar as vogais, necessitamos da presença dos “c’s” e dos “p’s” para que possamos saber como se devem pronunciar essas palavras. (Evidentemente que a eliminação dos “c’s” e dos “p’s” em palavras em que eles não exercem a sua função não causará problemas nestes países – são exemplos as palavras “árctico”, “didáctico” e “óptimo”, em que o uso de acento agudo inutiliza o “c” e o “p”.)
Estranha e injustamente, o acordo só prevê que este sacrifício da pronúncia em primazia da ortografia se dê em Portugal, Timor e nos PALOP. Porque é que não está previsto no acordo que os brasileiros substituam o acento circunflexo das palavras “antônimo”, “tênis”, por acento agudo (“antónimo”, “ténis”)? Porque não é assim que os brasileiros pronunciam. E assim continuamos com duas ortografias diferentes no que concerne a estas palavras. Mas não era precisamente com a dupla ortografia que o acordo vinha acabar? Então e porque é que o acordo cede quando está em jogo a pronúncia brasileira e não cede quando está em jogo a pronúncia portuguesa, africana e timorense? Mais uma vez, onde está a coerência nisto?
A implementação do acordo irá causar ainda outros estranhos fenómenos, tais como a eliminação de certos “c’s” e “p’s” em Portugal, mas que se manterão no Brasil, por serem lá pronunciados. Isto acontece em palavras como “recepção” e “infecção”: escrevem-se assim no Brasil, pois os brasileiros lêem o “p” e o “c”, mas em Portugal passariam a ser escritas “receção” e “infeção” (mais uma vez, contradizendo as regras da pronúncia).
Através dos vários exemplos apresentados, parece-nos ser bem notório e visível que, ao contrário de facilitar, o acordo só vem dificultar ainda mais o ensino, a divulgação e a própria comunicação em português, além de apresentar absurdas incoerências. Uma língua não se reduz apenas à sua ortografia: há uma série de implicações directa e indirectamente inerentes a esta e que têm uma importância basilar. Se realmente se pretende alterar a ortografia, tem necessariamente de se alterar toda uma série de fundações da língua, isto para não falar na tradição etimológica e nas características próprias e intrínsecas de cada dialecto. A pronúncia é uma das, senão a base mais forte e fundamental de um idioma, e este acordo despreza-a e relega-a para um plano de fundo, pondo em causa toda a estrutura da língua e aumentando o risco do seu desmoronamento.
Pelo exposto, pode concluir-se que, não sendo por razões intrínsecas à própria língua que se promove este acordo, ele parece ter um objectivo simplesmente comercial e diplomático. Será razoável reduzir a língua portuguesa, com a sua riqueza e diversidade próprias, a uma mera moeda de troca?"
Para quem lhe interessa estas questões e quer participar em vez de resmungar sem fazer nenhum, que assine esta petição
Sócrates a fumar num avião fretado
E preocupar-se com coisas importantes em vez de andar a falar de cenas que não evoluem em nada o país? Só olha-mos para a política quando são maricadas destas que aparecem nas notícias? E que tal falar sobre coisas interessantes? Passem a merda da multa ao homem. Até parece que são todos santos, nunca atiraram lixo ao chão, nunca fumaram num sítio proibido sem ninguém saber, nunca ultrapassam os limites de velocidade, nunca estacionam em locais proibidos...o homem nunca se intitulou de infalível, de dono da moral. Já admitiu que errou e que não volta a acontecer. É suposto o homem fazer sepuku? Preocupem-se com as coisas que interessam, o dia em que ver nas notícias discussões inteligentes sobre economia, ambiente, ou coisas que interessam para a evolução de Portugal, será o dia em que ficarei descansado em relação ao futuro do nosso país. Será o dia em que saberei que a mentalidade dos portugueses evoluiu, mudou, e passou para um estado de consciência superior, em que os governantes não são o alvo das nossas frustrações, e que a nossa compreensão de país vai além do governo e começamos a compreender que para o país evoluir, é preciso que nós ajudemos.
quinta-feira, maio 15, 2008
Under Pressure
Under Pressure lyrics
Pressure pushing down on me
Pressing down on you no man ask for
Under pressure - that burns a building down
Splits a family in two
Puts people on street
It's the terror of knowing
What this world is about
Watching some good friends
Screaming let me out
Pray tomorrow - gets me higher
Pressure on people - people on streets
Chippin' around - kick my brains around the floor
These are the days it never rains but it pours
People on streets - people on streets
It's the terror of knowing
What this world is about
Watching some good friends
Screaming let me out
Pray tomorrow - gets me higher
Pressure on people - people on streets
Turned away from it all like a blind man
Sat on a fence but it don't work
Keep coming up with love but it's so slashed and torn
Why - why - why
Love
Insanity laughs under pressure we're cracking
Can't we give ourselves one more chance
Why can't we give love
Cos love's such an old fashioned word
And love dares you to care for
The people on the edge of the night
And love dares you to change our way of
Caring about ourselves
This is our last dance
This is our last dance
This is ourselves
Under pressure
Under pressure
Pressure
quarta-feira, maio 14, 2008
Divórcio à lá carte
Segundo a nova lei de divórcio que querem passar agora, podemos nos divorciar como quem vai ali dar uma cagada no relvado do vizinho, só porque ele tem os caixotes do lixo sempre à nossa porta. Obviamente que não sou o gajo com maior moral para falar disto, mas nem acho a lei actual uma boa lei, como não acho boa a lei que querem aprovar.
Hoje em dia se só um dos parceiros quer o divórcio, então, essa mesma pessoa tem de provar que tem razões para pedir esse divórcio. Agora querem que a pessoa possa pedir o divórcio só porque o gajo deixa a tampa da sanita levantada, ou porque ela prega os pensos usados na parede, na tentativa de criar uma obra de arte moderna.
É que nem 8 nem 80. Por mim para mudar a lei do divórcio, bastava mudar a perspectiva das coisas. Em vez de ter que provar que o parceiro a quem se pede o divórcio é uma merda, alguém com quem é impossivel viver, porque não fazer com que a pessoa que não quer o divórcio, ter que provar que ainda existe hipótese para a relação? Parece-me uma solução mais pacífica e mais positiva. Em vez de andarem a lavar a roupa suja em tribunal, a pessoa tem de provar o seu amor pela outra pessoa, e que a relação tem pernas para andar. Bem bem bem bem bem bem lá no fundo, sou um romântico....
Hoje em dia se só um dos parceiros quer o divórcio, então, essa mesma pessoa tem de provar que tem razões para pedir esse divórcio. Agora querem que a pessoa possa pedir o divórcio só porque o gajo deixa a tampa da sanita levantada, ou porque ela prega os pensos usados na parede, na tentativa de criar uma obra de arte moderna.
É que nem 8 nem 80. Por mim para mudar a lei do divórcio, bastava mudar a perspectiva das coisas. Em vez de ter que provar que o parceiro a quem se pede o divórcio é uma merda, alguém com quem é impossivel viver, porque não fazer com que a pessoa que não quer o divórcio, ter que provar que ainda existe hipótese para a relação? Parece-me uma solução mais pacífica e mais positiva. Em vez de andarem a lavar a roupa suja em tribunal, a pessoa tem de provar o seu amor pela outra pessoa, e que a relação tem pernas para andar. Bem bem bem bem bem bem lá no fundo, sou um romântico....
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